"O Instituto Avante Brasil fez um levantamento do perfil dos presos em atividade educacional hoje no país. Menos de 10% presos em todo o Brasil estudam.
Conheça o levantamento e descubra quais são os estados com melhor e pior desempenho em educação dentro presídios." fonte: http://atualidadesdodireito.com.br/iab/mapa-da-violencia-carceraria/presos-em-atividade-educacional-no-brasil/
Penso que, no caso dos presos, o trabalho seja uma fonte poderosa para a regeneração da sua mente corrompida. Um livro de Machado de Assis, por exemplo, não acrescentará em nada na vida de um preso (salvo raras exceções). Ou seja, não o despertará para o bem que todo bom livro literário traz, implicitamente, em cada linha discorrida. Tenho a convicção de que o trabalho traria à dignidade perdida (ceifada pela sua aderência as práticas criminosas) ao criminoso, tanto mais que apenas um livro.
O preso precisa trabalhar diariamente. Uma mente criminosa não está preparada para uma vida intelectual monótona, o famoso ócio produtivo. NÃO. Seu estado primitivo adquirido graças a delinquência precoce, transforma a sua oficina nos dizeres "mente vazia é oficina do Diabo.". Ele necessita TRABALHAR! -trabalhar para se libertar; trabalhar para ocupar a sua mente com atividades que revigore seu corpo físico e mental, de forma que aprenda - diariamente - o valor da dignidade humana. Pois nesta linha, já disse Ronald Reagan "O melhor programa social que existe, se chama emprego.." - Ou seja, o trabalho gerando o emprego. Uma ocupação útil ao ser delinquente.
É necessário que haja um cansaço mental e físico, nestes seres predispostos ao crime; é necessário que o criminoso que cumpre determinada pena, em regime fechado, sinta-se útil: laborando, pensando e criando - e, para isso, só o trabalho resolve a problemática. Coloque-os para plantar grãos, pra que sintam o prazer de colher seu alimento. Coloque-os para cortar madeira e montar algum móvel, numa jornada de 8h diárias dentro de "colônias" de trabalho para prisioneiros" - tenho plena convicção de que darão valor à vida a partir do momento em que criam pertenças úteis para sua vida, e adquirem uma formação!
Isto não seria um trabalho forçado, até porque diante do cenário em que se encontram os presos - o ato de trabalhar somente seria encarado como algo forçado, caso o subjetivo do mesmo já fosse, a priori, contrário as atividades a ele impostas como uma ferramenta revolucionária para sua ressocialização. No mais, me digam quem nesta vida nunca fez, ou faz, algo por conta de uma obrigação?
Sim! - No mais das vezes encaramos uma obrigação como algo forçado; há uma força invisível (poder da lei, sanções morais da sociedade ...) que nos mantêm presos a determinadas condutas que, quando não cumpridas, nos transformam em pessoas menos queridas pelo nosso ordenamento jurídico-social. Ou seja, se desta discordância viermos a nos tornar delinquentes, sairemos da condição igualitária de cidadão social, para Inimigo da Sociedade. Conclusão: digam o que quiserem, mas tudo nesta vida é uma questão de adaptação. Pois todo homem é predisposto, naturalmente, ao bem e ao mal. Vivemos em uma sociedade puramente normativa e, senão por vontade, será por Obrigação que os presos terão de trabalhar; pelo bem social futuro, e pelo seu próprio bem atual e futuro (próprio da sua ressocialização).
É certo que todo o sistema prisional brasileiro, carece de severas reformas quanto a sua infraestrutura de forma geral. Mas é preciso que ideias comecem a serem postas em prática, para que este caos prisional não continue sendo uma bomba relógio prestes a explodir. Não é justo, ao menos no conceito de justiça social - sentimento de justiça e segurança - que um traficante de drogas receba vários benefícios, ao longo do cumprimento da sua pena, cujo objetivo estatal é fazer com que ele passe um curto período no sistema fechado, a ponto de logo ser transferido para o semiaberto, e lançado, mais uma vez, ao convívio social - sem antes ter aprendido os valores que o Estado não foi capaz de gerar, para ele, quando teve sua primeira oportunidade de se formar um homem livre e moral, dentro do ordenamento social. É necessário um investimento prisional interno, para que a prisão não seja uma mera continuidade do que é a nossa sociedade.
Digo que a leitura em si não resolve. Eles precisam aprender a interpretar pela prática, não pela teoria. De que adianta dar um livro a quem não o sabe interpretar? - Há de se levar em consideração que a literatura, filosofia, sociologia e demais instrumentos didáticos não fazem e nunca fizeram parte da vida do preso. Claro, nunca é tarde para começar, porém jogar a goela abaixo algo que até mesmo para mim, estudante por natureza, é algo de difícil compreensão (no sentido: ler, compreender e aplicar o que aprendi ao meu dia a dia) quem dirá para um preso que, muitas vezes, é um semianalfabeto? - Talvez a associação tridimensional: religião, estudos e trabalho sejam a premissa fundamental para iniciar o tão sonhado processo de ressocialização do preso. Pois a religião tem influência direta na lapidação do ser humano, errante ou não. O trabalho dignifica e o estudo edifica!
Não podemos nos esquecer que, somente a prática do estudo, gerara o fenômeno da ociosidade natural . No mais, duvido muito que se formarão doutores dentro dos presídios. SALVO RARAS EXCEÇÕES. Para tanto, sustento que o criminoso precisa Trabalhar e aprender lições puramente religiosas, para se afixarem a uma nova realidade. Quem carece de livros são os jovens das escolas públicas. Eles, sim, necessitam aprender a importância da leitura; não um delinquente em potencial e já corrompido pelo meio, que carece de instrução religiosa, laborativa e psicoeducacional, num sentido amplo, para recuperar sua dignidade perdida. Por fim, se quiserem, que eles tenham os livros! - mas como uma atividade de lazer após terem cumprido seu árduo dia de trabalho.
Conheça o levantamento e descubra quais são os estados com melhor e pior desempenho em educação dentro presídios." fonte: http://atualidadesdodireito.com.br/iab/mapa-da-violencia-carceraria/presos-em-atividade-educacional-no-brasil/
Penso que, no caso dos presos, o trabalho seja uma fonte poderosa para a regeneração da sua mente corrompida. Um livro de Machado de Assis, por exemplo, não acrescentará em nada na vida de um preso (salvo raras exceções). Ou seja, não o despertará para o bem que todo bom livro literário traz, implicitamente, em cada linha discorrida. Tenho a convicção de que o trabalho traria à dignidade perdida (ceifada pela sua aderência as práticas criminosas) ao criminoso, tanto mais que apenas um livro.
O preso precisa trabalhar diariamente. Uma mente criminosa não está preparada para uma vida intelectual monótona, o famoso ócio produtivo. NÃO. Seu estado primitivo adquirido graças a delinquência precoce, transforma a sua oficina nos dizeres "mente vazia é oficina do Diabo.". Ele necessita TRABALHAR! -trabalhar para se libertar; trabalhar para ocupar a sua mente com atividades que revigore seu corpo físico e mental, de forma que aprenda - diariamente - o valor da dignidade humana. Pois nesta linha, já disse Ronald Reagan "O melhor programa social que existe, se chama emprego.." - Ou seja, o trabalho gerando o emprego. Uma ocupação útil ao ser delinquente.
É necessário que haja um cansaço mental e físico, nestes seres predispostos ao crime; é necessário que o criminoso que cumpre determinada pena, em regime fechado, sinta-se útil: laborando, pensando e criando - e, para isso, só o trabalho resolve a problemática. Coloque-os para plantar grãos, pra que sintam o prazer de colher seu alimento. Coloque-os para cortar madeira e montar algum móvel, numa jornada de 8h diárias dentro de "colônias" de trabalho para prisioneiros" - tenho plena convicção de que darão valor à vida a partir do momento em que criam pertenças úteis para sua vida, e adquirem uma formação!
Isto não seria um trabalho forçado, até porque diante do cenário em que se encontram os presos - o ato de trabalhar somente seria encarado como algo forçado, caso o subjetivo do mesmo já fosse, a priori, contrário as atividades a ele impostas como uma ferramenta revolucionária para sua ressocialização. No mais, me digam quem nesta vida nunca fez, ou faz, algo por conta de uma obrigação?
Sim! - No mais das vezes encaramos uma obrigação como algo forçado; há uma força invisível (poder da lei, sanções morais da sociedade ...) que nos mantêm presos a determinadas condutas que, quando não cumpridas, nos transformam em pessoas menos queridas pelo nosso ordenamento jurídico-social. Ou seja, se desta discordância viermos a nos tornar delinquentes, sairemos da condição igualitária de cidadão social, para Inimigo da Sociedade. Conclusão: digam o que quiserem, mas tudo nesta vida é uma questão de adaptação. Pois todo homem é predisposto, naturalmente, ao bem e ao mal. Vivemos em uma sociedade puramente normativa e, senão por vontade, será por Obrigação que os presos terão de trabalhar; pelo bem social futuro, e pelo seu próprio bem atual e futuro (próprio da sua ressocialização).
É certo que todo o sistema prisional brasileiro, carece de severas reformas quanto a sua infraestrutura de forma geral. Mas é preciso que ideias comecem a serem postas em prática, para que este caos prisional não continue sendo uma bomba relógio prestes a explodir. Não é justo, ao menos no conceito de justiça social - sentimento de justiça e segurança - que um traficante de drogas receba vários benefícios, ao longo do cumprimento da sua pena, cujo objetivo estatal é fazer com que ele passe um curto período no sistema fechado, a ponto de logo ser transferido para o semiaberto, e lançado, mais uma vez, ao convívio social - sem antes ter aprendido os valores que o Estado não foi capaz de gerar, para ele, quando teve sua primeira oportunidade de se formar um homem livre e moral, dentro do ordenamento social. É necessário um investimento prisional interno, para que a prisão não seja uma mera continuidade do que é a nossa sociedade.
Digo que a leitura em si não resolve. Eles precisam aprender a interpretar pela prática, não pela teoria. De que adianta dar um livro a quem não o sabe interpretar? - Há de se levar em consideração que a literatura, filosofia, sociologia e demais instrumentos didáticos não fazem e nunca fizeram parte da vida do preso. Claro, nunca é tarde para começar, porém jogar a goela abaixo algo que até mesmo para mim, estudante por natureza, é algo de difícil compreensão (no sentido: ler, compreender e aplicar o que aprendi ao meu dia a dia) quem dirá para um preso que, muitas vezes, é um semianalfabeto? - Talvez a associação tridimensional: religião, estudos e trabalho sejam a premissa fundamental para iniciar o tão sonhado processo de ressocialização do preso. Pois a religião tem influência direta na lapidação do ser humano, errante ou não. O trabalho dignifica e o estudo edifica!
Não podemos nos esquecer que, somente a prática do estudo, gerara o fenômeno da ociosidade natural . No mais, duvido muito que se formarão doutores dentro dos presídios. SALVO RARAS EXCEÇÕES. Para tanto, sustento que o criminoso precisa Trabalhar e aprender lições puramente religiosas, para se afixarem a uma nova realidade. Quem carece de livros são os jovens das escolas públicas. Eles, sim, necessitam aprender a importância da leitura; não um delinquente em potencial e já corrompido pelo meio, que carece de instrução religiosa, laborativa e psicoeducacional, num sentido amplo, para recuperar sua dignidade perdida. Por fim, se quiserem, que eles tenham os livros! - mas como uma atividade de lazer após terem cumprido seu árduo dia de trabalho.