Sendo bem direto e sucinto ..
Estive refletindo sobre o sistema carcerário brasileiro, nesta semana, cheguei a uma ideia fática, qual seja que: a prisão é uma mera continuidade (ainda pior - enfase) do que era a realidade do marginal em convívio social. Ou seja, ele é retirado de uma realidade fática, qual seja a criminosa de sua natureza corrompida e a própria do seu habitat natural, junto da sua comunidade carente/bairro pobre, e jogado a uma comunidade "privada" onde só há um universo a ser respirado e compartilhado - o crime e as desgraças particulares de cada membro daquele metro quadrado. É dizer que, quando este permanece em liberdade, pratica seus atos criminosos por mera conduta motivada pelo meio em que vive, o famoso "meio de se virar" para manter uma identidade cultural - mesmo que as avessas, de forma que atinge seus prazeres mais íntimos por meio dos atos ilícitos que promove gratuitamente, contra a sociedade no geral. Por fim, o cárcere somente serve para tira-lo de operação ostensiva por um curto tempo. E, ao passar suas férias nesta condomínio de luxo que o Estado oferece estadia, ele se pós graduará em diversos cursos que o ensino do crime organizado o proporcionará. Razão está que tornar-se-á quase uma missão impossível, o Estado Ressocializar um delinquente, tendo uma forte concorrência promovida pelo instituto de formação de criminosos S.A - CRIME ORGANIZADO!
Moral da história: devemos primar pelo laxismo penal? Conceder a liberdade a um criminoso, sem visar a punição como forma de repressão? Diretamente, devemos deixar todo bandido em liberdade? DIGO NÃO! O Estado precisa torna-se forte para empenhar-se na batalha pro educação social, cumprindo com seu verdadeiro ASSISTENCIALISMO, e investir em reformas no quadro carcerário, de maneira que, paralelamente, o crime organizado (que comanda os sistemas carcerários) seja combatido a ferro e fogo. Pois não há possibilidade de fazer frente concorrente a um Estado paralelo, INIMIGO DIRETO DO ESTADO, que tem mais a oferecer a um desgraçado social, que o próprio Estado federativo que é parte criadora deste ser corrompido.
Não sendo prepotente, mas digo que o contrário do que eu disse, é mera politicagem barata e senso comum primando pelas aparências do politicamente correto. PRECISAMOS PENSAR ALÉM DO QUE QUEREMOS APARENTAR SER, CRIANÇAS!!!
Estive refletindo sobre o sistema carcerário brasileiro, nesta semana, cheguei a uma ideia fática, qual seja que: a prisão é uma mera continuidade (ainda pior - enfase) do que era a realidade do marginal em convívio social. Ou seja, ele é retirado de uma realidade fática, qual seja a criminosa de sua natureza corrompida e a própria do seu habitat natural, junto da sua comunidade carente/bairro pobre, e jogado a uma comunidade "privada" onde só há um universo a ser respirado e compartilhado - o crime e as desgraças particulares de cada membro daquele metro quadrado. É dizer que, quando este permanece em liberdade, pratica seus atos criminosos por mera conduta motivada pelo meio em que vive, o famoso "meio de se virar" para manter uma identidade cultural - mesmo que as avessas, de forma que atinge seus prazeres mais íntimos por meio dos atos ilícitos que promove gratuitamente, contra a sociedade no geral. Por fim, o cárcere somente serve para tira-lo de operação ostensiva por um curto tempo. E, ao passar suas férias nesta condomínio de luxo que o Estado oferece estadia, ele se pós graduará em diversos cursos que o ensino do crime organizado o proporcionará. Razão está que tornar-se-á quase uma missão impossível, o Estado Ressocializar um delinquente, tendo uma forte concorrência promovida pelo instituto de formação de criminosos S.A - CRIME ORGANIZADO!
Moral da história: devemos primar pelo laxismo penal? Conceder a liberdade a um criminoso, sem visar a punição como forma de repressão? Diretamente, devemos deixar todo bandido em liberdade? DIGO NÃO! O Estado precisa torna-se forte para empenhar-se na batalha pro educação social, cumprindo com seu verdadeiro ASSISTENCIALISMO, e investir em reformas no quadro carcerário, de maneira que, paralelamente, o crime organizado (que comanda os sistemas carcerários) seja combatido a ferro e fogo. Pois não há possibilidade de fazer frente concorrente a um Estado paralelo, INIMIGO DIRETO DO ESTADO, que tem mais a oferecer a um desgraçado social, que o próprio Estado federativo que é parte criadora deste ser corrompido.
Não sendo prepotente, mas digo que o contrário do que eu disse, é mera politicagem barata e senso comum primando pelas aparências do politicamente correto. PRECISAMOS PENSAR ALÉM DO QUE QUEREMOS APARENTAR SER, CRIANÇAS!!!